Atualizado: 02-Jan-2003

Ensaios Clínicos Aleatórios
(Parte I - Razões, definição e classificações)


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Ementa | Conteúdo da aula | Artigo para leitura prévia
Objetivos de aprendizagem | Leitura complementar


Ementa

Razão

O ensaio clínico aleatório é o tipo de estudo primário que pode determinar qual a melhor intervenção (tratamento, prevenção, reabilitação). Quando produzido de forma planejada possibilita a produção de resultados com menor possibilidade de vieses.

O que é o ensaio clínico aleatório?

Qualquer forma de experimento planejado que envolve doentes e é formulado para determinar o tratamento mais apropriado nos futuros pacientes com a mesma doença utilizando a alocação randomizada. A alocação randomizada evita viés - tendenciosidade - na seleção dos participantes que receberão a intervenção.

Classificação

Os critérios adotados para classificar os diversos tipos de nesaios clínicos aleatório são vários.

  • O que o pesquisador quer avaliar:
    • explanatory or pragmatic;
    • efficacy, effectiveness, or equivalence trials;
    • phase I, II or III.
  • A forma com que os participates são submetidos a intervenção:
    • parallel,
    • crossover,
    • factorial designs.
  • O número de participantes:
    • N-of-1 trial
    • fixed or variable (sequential)
    • one or many centres.
  • A extenção do mascaramento:
    • open
    • single-blind,
    • double-blind,
    • triple-blind,
    • quadruple-blind.
  • Quando ao momento em que é solicitado o consentimento livre e esclarecido:
    • Zelen’s design with double randomised consent,
    • Comprehensive cohort design Preference Trials,
    • Wennberg’s design.

A aula

A aula vai abordar estes três pontos que são fundamentais para enterder as vantagens e desvantagens dos diversos tipos de ensaios clínicos aleatórios.

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Conteúdo da aula

  • Quais as razões para a realização de ensaios clínicos aleatórios?
  • O que é o ensaio clínico aleatório?
  • Quais os tipos de ensaios clínicos aleatórios?

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Artigos para leitura prévia

Sackett DL, Cook RJ. Understanding clinical trials. BMJ 1994 Sep 24;309:755-756. Disponível em: URL: http://www.bmj.com/cgi/content/full/309/6957/755

Altman DG. Randomisation. BMJ 19??;?(?):??-?. Disponível em: URL: http://www.bmj.com/guides/random.shtml

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Ao final da aula, o aluno bem sucedido
deverá ser capaz de:

  • Entender quais as razões para a realização de ensaios clínicos aleatórios;
  • Saber o que é o ensaio clínico aleatório;
  • Conhecer os principais tipos de ensaios clínicos aleatórios.

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Leitura complementar

http://www.assert-statement.org
The ASSERT statement is the articulation of A Standard for the Scientific and Ethical Review of Trials. It proposes a structured approach whereby research ethics committees review proposals for, and monitor the conduct of, randomized controlled clinical trials.

Jadad AJ. Randomised controlled trials: a user's guide. London: BMJ Books; 1998. Disponível em: URL: http://www.bmjpg.com/rct/contents.html

Roberts C, Torgerson DJ. Understanding controlled trials: baseline imbalance in randomised controlled trials. BMJ 1999 Jul 17;319(7203):185. Disponível em: URL: http://www.bmj.com/cgi/content/full/319/7203/185

Featherstone K, Donovan JL. Random allocation or allocation at random? Patients' perspectives of participation in a randomised controlled trial. BMJ 1998;317: 1177-1180. Disponívem em: URL: http://www.bmj.com/cgi/content/full/317/7167/1177

The CONSORT statement: revised recommendations for improving the quality of reports of parallel-group randomised trials. Disponível em: URL: http://www.consort-statement.org

Schulz KF, Grimes DA, Altman DG, Hayes RJ. Blinding and exclusions after allocation in randomised controlled trials: survey of published parallel group trials in obstetrics and gynaecology. BMJ 1996 Mar 23;312(7033):742-4. Disponível em: URL: http://www.bmj.com/cgi/content/full/312/7033/742

Fletcher RH, Fletcher SW, Wagner EH. Treatment. in: Fletcher RH, Fletcher SW, Wagner EH. Clinical epidemiology: the essentials. 3rd edition. Baltimore: Williams & Wilkins; 1996. pp. 136-164.

Pocock SJ. Clinical trials: a practical approach. Chichester: Wiley; 1996.

Sibbald B, Roland M. Understanding controlled trials. Why are randomised controlled trials important? BMJ 1998 Jan 17;316(7126):201. Disponível em: URL: http://www.bmj.com/cgi/content/full/316/7126/201

Torgerson DJ, Roland M. What is Zelen's design? BMJ 1998 Feb 21;316(7131): 606. Disponível em: URL: http://www.bmj.com/cgi/content/full/316/7131/606

Sibbald B, Roberts C. Understanding controlled trials. Crossover trials. BMJ 1998 Jun 6;316(7146):1719. Disponível em: URL: http://www.bmj.com/cgi/content/full/316/7146/1719

Roberts C, Sibbald B. Understanding controlled trials. Randomising groups of patients. BMJ 1998 Jun 20;316(7148):1898-900. Disponível em: URL: http://www.bmj.com/cgi/content/full/316/7148/1898

The scandal of poor medical research

The rights of patients in research

Comparing treatments

Increasing the accessibility of data

Better reporting of randomised controlled trials: the CONSORT statement

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